segunda-feira, 22 de setembro de 2025

 capoeira angola abaixadinha igualizada ao processo de pesquisa a campo, tal e como etnografia, uma empresta à outra seu fundamento de atenção


hoje deve-se comprar açúcar, nesse belo hoje pergunto ao tônus do santo belo artista imemorial como comprar açúcar,


 precisa e pode ser bela essa mítica aquisição, quem compra com a memória, adelina, é como se reinasse e fosse o pomo essencial da doçura, 


será hoje extrA doce arrematar açúcar na eternidade musculosa e diva desse dia, açúcar, pão e farinha, sal, e sem secura, sempre sem secura, água cristalina e extra pura para minha unção pelo tempo, 


sonho o grão de açúcar, óleo raiz obscura desses aportes de energia e volúpia, tenho que sonhar o açúcar no salgado de sua produção e troca, 


eu sou esse caboclo que levanta cedo e carrega pilhas, a cabeça boa, a faixa na cabeça, a brilhar, há uma liga de óleo e calor divino que me besunta, 


caboclo da união, do contato-esporte, da saudação, cordialidade, vive dentro de mim,

bem vivo, esse humano antigo, manso e pardo, branco, negro, aborígene, 


todas as luas, vinte aves, intempéries e cruel submissão aos fardos, todas as vidas, todas as pilhas para minhas costas, pernas e braços, todas as ruas, sítios, encruzas, sombras que me consomem no silêncio ardiloso silencioso das entradas, cordilheiras, saborosas naves animais de carne e ouro





















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