sou o rei
moderno
de fecundas
e obscuras
regiões
agrícolas,
quE a amÉrica
indíGena
aiNda culTiva,
metrificAdAs
peLo
pAdRoEiRo
negAdoR
do aRtifício
arTista :
sou
a pEnEirA
quE tuDo
puRiFica,
mesMo
a gUeRra,
qUe soNha-se
bondosa
e lenta,
coMo
uMa pRociSsão
míTIca.
soU nOva
reLiGação
hoMériCa,
dE um geSto
que peRdOa
o poLêMico
bem-EstAr
silVícolA.
teNho
teMpos
dA miSsa
em meU
aRdoR
de aDoração,
teNho a
peNúria
meLhoR,
mais líRica,
em lAboRes
sAborosos,
comO lAmbEnDo
a pEle
a pRocuRa
poR caRinhOs
animisTas.
paRado,
estEndO
o jEito naTuRal
bRasiLeiro
a uMa corporaLidAde
qUenTe
porQue sEntiDa
na inGênua
tocA da bEla
orNameNtaÇão
afRo-indÍgeNa.
qUero tOdos
oS mEios
prOgraMáVeis
em leItura
riCa
de riTos
da
rEde mundial
compIlAdora
de soNhos.
a arQuiTetuRa
simPles
de meu
viSioNário
iNtenTo
rEssoA
coMO
um
mITo
IngêNuo
de caFé,
áGua
e cHocoLate,
mIlhO,
fesTas juNinas,
paNdeIros
e maLOcAs
musicAis
poRqUe
fElZes,
em um
pAís
raCisTa,
mas bRanco
de pAz
e sAcieDade
seReNa,
qUe sE
reInVenta
poRqUe
reSisTe,
em uMa
bRanda
comunhÃo
poDerOsa
de beLeZas
foliãs.
na doR
deSsa
lIturGia
riGoRosa
do bRinCar
de maínhaS,
machos liVres
e teNdas
pantEístas
encOntrA-se
a naTureZa
maIs íNtima
do riCo
bOrDado
bRasiLeiro,
leGalMente
foRmoSa
e eXposiTiva
da fOrça feMininA,
abRindo
seGredoS
de uMa
viDa leNdáRia,
onDe a
muLher é bEnTa
de aRdoRes,
sEm seR
prosTituída.
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